26/05/2025

A Batalha Mental da Lesão: Lidando Quando Você Não Pode Fazer o Que Ama

A Batalha Mental da Lesão: Lidando Quando Você Não Pode Fazer o Que Ama

Oi, sou a Bryony. Se você me conhece, sabe que eu amo me movimentar. Correr, Hyrox, treinar — é o que eu faço, é quem eu sou. Então, quando me vi com dois tornozelos torcidos, não estava apenas lidando com a dor física; o verdadeiro desafio estava na minha cabeça.

A Frustração de Estar Parada

Lesão é frustrante. Um dia, você está se superando, sentindo-se forte, e no outro, está mancando por aí se perguntando como chegou até aqui. Para mim, foi durante um treino pliométrico — uma aterrissagem ruim, e de repente ambos os tornozelos cederam. Eu não conseguia correr, não conseguia pular, mal conseguia andar direito. E para alguém cuja vida gira em torno do movimento, isso bateu forte.

Perdendo a Rotina, Perdendo a Identidade

Quando o treino faz parte da sua rotina diária, de repente não poder fazê-lo parece perder um pedaço de si mesmo. Eu não sentia falta apenas do exercício — sentia falta da estrutura, do desafio, daquela sensação pós-treino. Mais do que tudo, sentia falta de me sentir eu mesma.

É fácil cair em um estado de espírito negativo quando seu corpo não está cooperando. Cada dia de descanso parecia um passo para trás, cada treino perdido uma oportunidade perdida de melhorar. E, claro, havia o medo clássico: E se eu não voltar tão forte? E se eu perder todo o meu progresso?

Encontrando um Novo Normal

Mas eis o que aprendi: progresso nem sempre significa forçar mais. Às vezes, progresso é sobre ouvir seu corpo, desacelerar e encontrar novas maneiras de se manter engajado. Comecei a focar no que eu podia fazer em vez do que eu não podia.

  • Troquei a corrida por trabalho de força para a parte superior do corpo.
  • Passei mais tempo na mobilidade e prevenção (prehab) — algo que eu já deveria ter feito mais!
  • Trabalhei na mentalidade, lembrando a mim mesma que contratempos não são o fim, são apenas parte do processo.

E sim, fui criativa com minha recuperação, usando o Tend para ajudar a acelerar as coisas. Com os tornozelos, é complicado, mas descobri que usá-lo ao redor das panturrilhas e isquiotibiais ajudou a manter minhas pernas se sentindo bem, apesar do movimento reduzido.

A Mentalidade de Retorno

Se você está lutando contra uma lesão, eu entendo. É difícil. Mas aqui está meu conselho: não deixe que isso te defina. Encontre pequenas vitórias onde puder, mantenha sua mente engajada e confie que seu corpo vai se curar. Você voltará — mais forte, mais inteligente e talvez até mais grato por cada passo, cada repetição, cada linha de chegada. Quem sabe, talvez até experimente o Tend! Realmente me ajudou na minha jornada de recuperação.